Ilusão de ótica

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012


Bastante criativo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Não compramos produtos, compramos marcas!

domingo, 16 de outubro de 2011

Objeto de desejo, símbolo de status e condicionante de nossas compras, as marcas alcançaram um lugar privilegiado em nossa sociedade, mas, como empresas como Tiffany e Rolex forjaram sua lenda? Têm algo em comum seus fundadores? O historiador e consultor Fernando Garcés responde a estas perguntas em "Historia del Mundo con los Trozos más Codiciados" (“História do Mundo com as Peças mais Cobiçadas”, em tradução livre do espanhol).

Animal simbólico, o ser humano adaptou, desde as civilizações mais antigas, a forma de vestir, os meios de transporte e inclusive a alimentação a suas ideias. Ao redor desta necessidade foram surgindo as marcas, capazes de gerar, segundo Garcés, uma magia, uma auréola que as tornam atrativas para o consumidor. "Não compramos produtos, compramos a história que está por trás deles", assegura à Agência Efe.



Do pulso de exploradores como Tenzing Nogay, o sherpa que acompanhou em 1953 sir Edmund Hillary ao topo do Everest, a luxuosa companhia Rolex forjou sua lenda. Enquanto isso, empresas como Apple e Harley Davidson conseguiram se posicionar no imaginário coletivo como "marcas dos rebeldes, dos que são diferentes", segundo Garcés.

Se o que procuramos é uma fragrância que transmita luxo, então devemos falar necessariamente de Chanel nº5. Fruto de uma colaboração em 1921 entre a estilista Coco Chanel e o filho do último perfumista do czar, Ernest Beaux. Sua lenda se associa a atrizes como Marilyn Monroe, Catherine Deneuve e Nicole Kidman.

Mas não só os objetos de luxo estão representados por grandes marcas. A Coca-Cola, a bebida inventada por John Pemberton em 1885 quando pesquisava um remédio para aliviar as dores de cabeça, é hoje o refrigerante mais consumido do mundo.

O luxo dos pobres

 Uma coisa que surpreende é descobrir que muitas das marcas que hoje associamos às altas esferas foram criadas por pessoas pobres em situações difíceis.

O historiador lembra, entre outras, as histórias de Walt Disney submetido às surras de seu pai na infância, ou as origens humildes de Henry Royce, cofundador da empresa de veículos exclusivos Rolls Royce, que viveu em um quartinho no jardim de um dos empregados da fábrica para a qual trabalhou.

Longe de pensar que estes casos são meras coincidências, Garcés acredita que as "situações de necessidade" unidas a algo "fascinante" estimulam a criação. "Se você está acomodado não vai buscar nada", disse comparando estes empresários com os antigos conquistadores, que zarparam dos lugares mais miseráveis em procura de El Dorado.

Imersa nessa luta pelo progresso, Coco Chanel, uma menina francesa criada em um orfanato onde aprendeu a costurar, fundou em 1910 com o apoio econômico de Arthur "Boy" Capel a primeira loja da Modas Chanel.

Conta a lenda que, após alcançar o prestígio e a fama mundial que transformaram suas peças em objeto de desejo das classes mais poderosas, decidiu "se vingar" delas transformando em tendência algumas das características dos mais pobres, como o bronzeado, próprio das camponesas; o vestido negro "Robe Noire", inspirado no traje de seu antigo orfanato; ou a roupa listrada, reservada até então aos marinheiros.

A religião das marcas
O que atrai centenas de pessoas a passar várias noites ao relento para comprar o novo aparelho da Apple? Por que muitos consumidores defendem com fervor os objetos que compram? Na opinião de Garcés, isto acontece porque as marcas ocupam, cada vez mais, o espaço perdido pelas religiões em nossa sociedade.

"Na realidade o catolicismo é uma marca e o islamismo outra", diz, após afirmar que nada tem de preocupante esta tendência, já que, se elas não o fizessem, outro produto acabaria ocupando esse lugar privilegiado. "Qualquer tendência social que repercuta na maioria se transforma, queira ou não, em uma religião", explicou.

As origens
Após chegar à Califórnia em plena febre do ouro, disposto a se beneficiar das necessidades dos mineradores, o jovem Levi Strauss em breve descobriu a enorme quantidade de calças que eram consumidas devido à pouca resistência dos tecidos da época.

Usando materiais de lugares remotos como a sarga, fabricada na cidade francesa de Nîmes, e um corante procedente da Índia, o azul índigo, criou uma peça que perdurou praticamente sem variações por mais de um século.

Igualmente surpreendente é o caso da Tiffany & Co. que, fundada em 1837, foi a princípio uma espécie de bazar. Aproveitando as revoluções e guerras que em 1848 assolaram a Europa, seu dono, Charles Tiffany, comprou diferentes joias da coroa francesa que revendeu a preços astronômicos, iniciando o caminho que o levaria a ser uma das joalherias mais emblemáticas do mundo.




O que está por fora...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Roque in Rio

sábado, 1 de outubro de 2011

A História da Arte - Completo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A arte data deste a antiguidade, quando os homens da Pré-História, desenhavam a arte rupestre (desenhos feitos nas cavernas). As figuras representavam a caça, mas isso não significava como o grupo vivia, tinha um caráter mágico, fazia com o que o grupo se preparasse para a tarefa que garantia a sobrevivência.

A palavra “arte” teve muitos significados durante a história. Sempre houve uma pequena discussão, pois alguns achavam que a arte era uma forma de criação, já outros, acreditavam que era uma forma de imitação.

A arte foi se subdividindo de estilos em estilos, tais como Barroco, Gótico, Romântico e outros.

O surgimento do Renascimento fez com que a arte se dividisse em conceitos: a pintura, literatura, música, escultura, arquitetura e a arte feita com cerâmica, tapeçaria e etc.

Depois do século XIX, a arte teve como objetivo retratar a beleza, às criações estéticas. Já no século XX, a arte passou a se referir, principalmente, às artes plásticas.

Toda arte criada é uma conseqüência do trabalho feito pelo homem. Em cada uma delas expressam a personalidade do autor, onde mostram o período em que foram feitas, criadas e suas influências culturais.

Muitas vezes o artista preocupa com a beleza da sua obra, isso faz com que ele busque matérias-primas para aproximem sua obra do mais real possível. Os artistas expressam em suas obras, todos os seus sentimentos.

Com o tempo a arte foi se modificando. Com isso a história da arte pode ser dividida de acordo com a divisão dos períodos da história da humanidade. É dividida em Antiga, Medieval, Renascentista e Moderna.

Estudo completo sobre a História da Arte.

Parte 01 - Introdução - Pré-história


Parte 02 - A Arte Egípcia


Parte 03 - A Arte Grega


Parte 04 - A Arte Medieval


Parte 05 - Renascimento


Parte 06 - Barroco


Parte 07 - Neoclássico


Parte 08 - Romantismo


Parte 09 - Realismo


Parte 10 - Impressionismo


Parte 11 - Expressionismo


Parte 12 - Art Nouveau


Parte 13 - Cubismo


Parte 14 - Surrealismo


Parte 15 - Abstracionismo


Parte 16 - Modernismo


Parte 17 - Arte Pop


Parte 18 - Graffiti


Parte 19 - Arte Conceitual - Final


Texto: UOL / Vídeos: Fuvio

Cantadas

domingo, 21 de agosto de 2011


Artista cria efeitos fantásticos em fotografias

domingo, 14 de agosto de 2011

Jamie Beck, um artista e fotógrafo de Nova York, criou um efeito simplesmente fantástico em seu novo trabalho. Ele transformou fotos comuns estáticas em imagens animadas. A técnica faz nada menos do que transformar as fotos em uma obra de arte.














MSN 

Animais bêbados

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Durante o verão, os animais adoram colher amarulas para se alimentar, mas depois de algumas semanas os frutos se amadurecem e caem.  Enquanto os animais comem, os frutos fermentam no estômago e o resultado é  mostrado no vídeo abaixo.



Criar e colocar menu horizontal abaixo do título

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Neste tutorial vou ensinar a inserir um menu bem legal abaixo do título do blog apenas com HTML e CSS. Esse menu é simples com botões que podem ser personalizados.

Um menu na parte superior da página é forma mais útil de atrair o seu visitante a navegar dentro do seu site através de categorias pré selecionadas. Primeiramente você define qual o assunto principal do seu site, depois, cria páginas com essas categorias (marcadores) e os "linka" em um botão do menu. No blog é a mesma coisa, pois cada "marcador" ou categoria é uma página e possui um endereço (link/url).

Habilitando um gadget abaixo do título do blog
1 - Primeiramente faça um backup do seu Template.
Geralmente, alguns templates não estão habilitados a criar um elemento de página abaixo do título. Para permitir que adicionemos um elemento de página abaixo do título do blog, faça o seguinte, procure pelo seguinte código no HTML do seu blog:
<!-- start header --><div id='header_wrap'><b:section class='header' id='header' maxwidgets='1' showaddelement='no'>
Mude maxwidgets='1', para maxwidgets='2' - você estará alterando a quantidade de elemento de página no campo Header.
ude showaddelement='no' para showaddelement='yes' - você estará permitindo que o novo elemento funcione.
2 - Visualize o template para ver se tudo funciona bem, salve o template e volte para "Elementos de Página"

Criando o menu
3 - Acesse esse site para gerar o seu menu

Adicionando botões de menu
6 - Cada linha corresponde a um botão do menu.
Link Text - Nome do Botão (ex. Vídeos)
Address URL - Endereço do botão (ex: http://videos.site.com)
Title Attr - Nome que aparece quando se põe o mouse sobre o botão (Ex. Baixe vídeos)
8 - Para adicionar um novo botão ao seu menu, clique em: [+ Add top level navigation item] e acrescente as informações conforme explicado acima.

Adicionando botões de submenu
9 - Para adicionar um botão de submenu ao seu menu, selecione a opção: This link contains sub-level navigation (optional) e para adicionar mais botões dentro desta mesma subcategoria, basta clicar em [+]
Adicione todos os menus e submenus desejados e assim que terminar, clique no botão: I'm done.Show me the styles.

7 - Você será redirecionado para a página onde escolherá o modelo do menu. Selecione o modelo do seu gosto, conquanto que seja horizontal, uma vez que estamos fazendo um menu horizontal. Este menu poderá ser personalizado depois.

8
- Tendo selecionado o modelo, clique em Show me the markup. Se desejar alterar o seu menu, clique em Edit the list itens.

9 - Pronto, agora foram gerados os códigos do menu. Na janela possuem dois campos, o de cima com o CSS que estiliza o seu menu e o campo de baixo com o HTML que contém uma lista com os links, títulos e informações de seu menu.


No Blogger
10
- No Layout do blog, adicione um elemento de página do tipo "HTML/Javascript" e cole tudo que está no campo The HTML dentro. Clique em "Salvar".

11
- Salve o modelo e acesse o HTML do blog.  Dentro do HTML, procure pelo seguinte código:

body {
Muita atenção! Cole o seu código CSS antes do código acima. Visualise o modelo, se o menu aparecer corretamente, o processo está terminado. Você poderá personalizar seu menu tanto quanto puder através do CSS, lembrando sempre de fazer um Backup anteriormente para não perder seu modelo.

Se seu menu aparecer atrás de outros elementos do layout do seu blog, você precisa adicionar no CSS dele algumas propriedades no seletor ul#main-nav conforme a seguir:
z-index: 1000;
Dicas extras
Um site muito bom para obtermos dicas de CSS para estilização, é o site do Maujor. Disponibilizarei abaixo alguns links úteis para que você possa personalizar este menu. Abraços!